Roberta Luchsinger nega pagamento a Marcola por apoio a proposta de canabidiol
Empresária é investigada ao lado de Lulinha e nega que os R$ 249 mil pagos ao ex-auxiliar de Lula tenham relação com favorecimento.
Por Redação Auri VerdePublicado em 28 de agosto de 2026Atualizado em 28 de agosto de 2026

Investigada pela Polícia Federal (PF) por suspeita de tráfico de influência, a empresária Roberta Luchsinger afirma que pediu ao então chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, apoio a uma proposta de fornecimento de canabidiol ao governo, mas nega ter feito pagamentos em troca da ajuda.
Roberta é alvo de três inquéritos da PF ao lado de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente.
Em uma das investigações, a PF analisa conversas entre Roberta e Marcola relacionadas a uma proposta para fornecer canabidiol ao Ministério da Saúde. O material faz parte da apuração sobre uma possível atuação da empresária para abrir portas no governo federal.
A Polícia Federal também identificou pagamentos feitos por Roberta para quitar despesas de Marcola. A partir dessas informações, os investigadores passaram a apurar se os valores tinham relação com algum favor ou atuação do então chefe de gabinete em benefício da empresária.
Marcola, por sua vez, afirma que os pagamentos não tiveram relação com qualquer favorecimento. Segundo ele, os R$ 249 mil recebidos de Roberta foram referentes a um empréstimo pessoal, que já teria sido integralmente quitado.
📸 Reprodução / InfoMoney
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